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1977
Regis Madureira Cardieri
Significativas mudanças marcaram a primeira Bienal sem Ciccillo: a seleção de um Conselho de Arte e Cultura com liberdade para desenvolver o programa da exposição, dentre as novas regras está a exigência de que as Representações Nacionais sigam os temas propostos pela Bienal de São Paulo para a seleção de artistas, modelo inspirado novamente na Bienal de Veneza. O CAC define três capítulos para a exposição: Exposições Antológicas (substituindo as salas especiais), Grandes Confrontos e Proposições Contemporâneas – esta última composta de sete temas: Arqueologia do Urbano, Recuperação da Paisagem, Arte Catastrófica, Vídeo Arte, Poesia Espacial, O Muro como Suporte de Obras, Arte Não-Catalogada.
Presidente da Bienal: Oscar Landmann
Conselho de Arte e Cultura: Alberto Beuttenmüller, Clarival do Prado Valladares, Leopoldo Raimo, Lisetta Levi, Marc Berkowitz, Maria Bonomi, Yolanda Mohalyi
No júri de seleção: Olívio Tavares de Araújo, Radha Abramo
No júri de premiação: Clarival Valladares, Marcia Tucker, Toshiaki Minemura